A Associação Comercial e Industrial de Mogi Mirim (ACIMM) e a representação local do Rotary Club, finalizaram uma parceria voltada para popularizar e oferecer maior amplitude a uma iniciativa com forte apelo ambiental; o recolhimento e destinação correta do chamado “lixo eletrônico”.
O encontro que definiu as primeiras ações entre os dois organismos foi realizado na sede da ACIMM no dia 16 de julho. Participaram da reunião o presidente da ACIMM, Nelson Theodoro Junior, os diretores, Djair Theodoro, Thiago Folador e Michel Gonçalves, além de Luciana Maretti, presidente do Rotary Club de Mogi Mirim e Diego Barroso, diretor.
Encontro na sede da ACIMM reuniu diretores de ambas as entidades e definiu linhas gerais da parceria
A ACIMM se comprometeu em utilizar seu departamento de marketing para a divulgação do programa, bem como, realizar campanhas de recolhimento nos eventos festivos que costuma promover na Praça Rui Barbosa. “Trata-se de um assunto extremamente atual e que de certa forma pode aliar elementos como educação ambiental, comprometimento social e valoração econômica decorrente do que for recolhido”, pontuou Theodoro Junior.
Luciana explicou que o programa pega carona em uma iniciativa global do Rotary e que em nível local foi adotada em julho do ano passado, com a criação de postos de recolhimento em condomínios residenciais e empresas como Ideal Saúde, Arena Forte, Casa da Agricultura, Maple Bear, além de eventos promocionais. Ainda em nível de Brasil, a campanha tem adesão da empresa Fox, especializada na reciclagem e destinação correta deste tipo de produto. A Fox destina um valor em dinheiro para aquilo que recolhe, recursos que segundo Luciana Maretti, ajudam a financiar campanhas globais realizadas pelo famoso clube de serviço.
A dirigente rotariana avalia que a ACIMM possui capilaridade para levar o programa a novos parceiros, favorecendo o engajamento das diversas empresas, especialmente as maiores. “Uma loja especializada na venda de produtos eletrônicos, poderia, por exemplo, incentivar seus clientes em levarem de volta para a loja o equipamento antigo, realizando aquilo que é conhecido por logística reversa”, exemplificou.








