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No dia 28 de outubro, o entrevistado pela sabatina que a ACIMM realizou Foi Elias Ajub, do Republicanos

No dia 28 de outubro, o entrevistado pela sabatina que a Associação Comercial e Industrial de Mogi Mirim realizou com os candidatos a prefeito da cidade foi Elias Ajub, do Republicanos. Para ajudar os comerciantes, se eleito, pretende buscar linhas de empréstimo a pequenas taxas de juros, com o objetivo de alavancar o comércio.  Defende a vinda do Sistema S para a cidade, e que a cidade precisa oferecer atrativos e benefícios fiscais para as empresas se interessarem em se fixar no município. Para a segurança, objetiva a instalação de bases móveis urbanas e rural, e um sistema de monitoramento com drones, dentre outras propostas. Já para o turismo, sua posição é de que Mogi Mirim precisa ter uma marca para atrair pessoas e gerar renda na cidade. Elias prega um governo que cuidará dos munícipes. Com planejamento e gestão correta, Mogi Mirim voltará a crescer e se desenvolver.

COMÉRCIO:

tem o comércio em seu sangue. Para Elias, o momento que vivemos é de restrição econômica e, portanto, é fundamental economizar (revendo contratos, licitações), para enxugar a máquina pública. Irá levar em conta a importância do setor de serviços de Mogi Mirim, e os consequentes prejuízos causados pela pandemia. De imediato, quer conseguir linhas de crédito via governos estadual e federal, para socorrer o pequeno e médio comerciantes, com juros baixos e condições de prazo estendidas, e capazes de alavancar o comércio. O comércio depende do consumidor e, para isso, seu governo irá buscar investimentos empresariais, industriais e de turismo, para movimentar a economia do município. Irá abrir a cidade para investimentos. Com isso, vai aumentar o giro financeiro e trazer benefícios pra toda a população. Vê como importante reorganizar o transporte público, desburocratizar a máquina pública para o empreendedor, aproximar mais a prefeitura da ACIMM, estudar incentivos fiscais para atrair investimentos para a cidade, buscar novas empresas e centros de pesquisa na área de ciência e tecnologia, redução de impostos para comércios, buscar parcerias com a iniciativa privada e, mesmo que a situação esteja difícil, o seu olhar para a cidade é de otimismo. Vai lutar para melhorar esta realidade.

INDÚSTRIA:

Para o candidato, o principal, que está em seu projeto, é trazer novas indústrias e empreendimentos em Mogi Mirim. Irá criar e organizar um departamento na prefeitura, com uma equipe multidisciplinar, de servidores públicos, inclusive, para captação de investimentos públicos e privados para a cidade. Ajub salienta que a prefeitura deve criar oportunidades de acesso na educação para o preparo destes profissionais e proporcionar as condições mínimas para que prestem serviços em nível global, inclusive, sendo como empregados ou empreendedores. Uma coisa importante a se trazer, para ele, é o Sistema S (SENAI, SEBRAE, SENAC, SESC) para Mogi Mirim, para poder organizar os conhecimentos necessários e oportunidades de trabalho para as pessoas. Sente que o município precisa oferecer atrativos e incentivos fiscais para que as empresas se interessem por se instalar aqui, para gerar empregos e, consequentemente, aumento no número de consumidores para comprarem no comércio local. Tudo, segundo o candidato, isto precisa ser organizado e trazido para a cidade. Irá trazer indústria de tecnologia para Mogi Mirim. Para Elias, a indústria pesada já está informatizada, e é preciso olhar para o futuro. Aponta que a cidade uma rota tecnológica que vem de Campinas, Jaguariúna, e precisa ser inserida em Mogi Mirim, para gerar empregos aqui, visto a cidade se encontrar em uma localização privilegiada, com várias rodovias ao redor. Para isto, vai trazer concessões de áreas, com vista a investimentos empresariais, instituir e fomentar cooperativas de reciclagem, por exemplo, e agrícolas, criação de uma incubadora de empresas, para ensinar a pessoa a ser um empresário e fazer uma gestão e alavancar esta pessoa para dar continuidade depois, premiação para empresas e instituições envolvidas socialmente com o município, incentivos fiscais para empresas com responsabilidade ambiental e social, para que Mogi Mirim seja um local de incentivo.

SEGURANÇA:

Seu vice, Major Getúlio foi quem criou o sistema de segurança e monitoramento no centro de Mogi Mirim, em 2010, mas que hoje se encontra desativado, e, em seu governo, será reativado e reaparelhado, pois, para ele, é muito importante ter este sistema de segurança na cidade, fortalecer barreiras digitais, ampliar o centro comercial e avenidas e corredores de comércio. Também tem como propostas criar bases móveis na zona urbana e rural, dobrar o efetivo da guarda municipal e fortalecer melhores condições de trabalho para eles, com aperfeiçoamento dos agentes, um sistema de monitoramento com drones, incentivar a ronda escolar, a ronda rural, uma base móvel da GCM na zona rural, fazer uma integração entre a polícia militar e a guarda municipal, solicitar ao Governo do Estado o aumento do efetivo e o aparelhamento da polícia militar e também da guarda municipal, fortalecer o Conselho Municipal de Segurança, um sistema de monitoramento eletrônico nas fronteiras e entradas do município. Vê que a polícia precisa ser mais humanizada, mais próxima, independente de períodos críticos e de pandemia, e que precisa ser resgatado, o que requer um trabalho de conscientização. No seu governo, os funcionários públicos precisarão ser acolhidos e cuidados, para que a pessoa trabalhe melhor, satisfeita, porque há muita queixa de mau atendimento, pois a pessoa não está bem e logo de imediato cria um impedimento para certas questões. Elias enfatiza que a prioridade máxima é a segurança.

TURISMO:

Quer criar uma marca para a cidade. Para Elias Ajub, Mogi Mirim precisa ter uma identidade, pois não ter é extremamente ruim para o comércio, visto que a marca dá uma declaração sobre os valores e a missão da cidade, e faz com que seja fácil para as pessoas entenderem o que elas receberão do município e o porquê de a cidade ser especial. Seu objetivo é tornar a cidade reconhecível e atrair mais atenção e investimento. Para ele, a marca agrega valores, e pode ser fonte adicional de receitas, e o uso dela pode ser cobrado e gerar royalties de todos os produtos que a utilizam, visando atrair turistas, e tornar mais fácil consolidar a cidade como destino turístico. Quer fazer uma Festa da Laranja, que irá durar 1 mês, e que irá favorecer setores da economia como alimentação, agricultura, artesanato, hotelaria, e terá por finalidade criar uma marca ou identidade. Tal festa irá dar oportunidade para eventos artísticos, musicais, para entidades filantrópicas, exposições, praça de alimentação, shows, feira de artesanatos, área de lazer para crianças; promover 2 meses antes o baile de escolha da rainha da festa, cujos eventos ocuparão o Zerão, o Espaço Cidadão e a praça Rui Barbosa, o que conduzirá à reativação da Festa das Nações. Também objetiva transformar a feira noturna de quarta-feira à noite e a de sábado de manhã em um local de lazer, de cultura e de comércio para favorecer os comerciantes, padronizar as barracas, reorganizar toda a área, para ser um ponto turístico e atrativo, e construir uma estrutura que proteja a feira de chuvas. Também pretende buscar um parque aquático para Mogi Mirim. Outra ideia sua também é a revitalização do Zerão, melhorar o paisagismo, limpeza, criar eventos constantes neste espaço, com quiosques de alimentação, produtos artesanais, apresentação de artistas da cidade e também recriar e realimentar as praças da cidade, através de parcerias público-privadas, promoção de shows de artistas locais, realizar campeonatos das mais variadas modalidades de esporte, para a juventude da cidade, principalmente, fazendo uma articulação entre as Secretarias da Educação, Esporte e Lazer, Cultura e Turismo, e apoiar as modalidades amadoras de esporte de Mogi Mirim.

DESENVOLVIMENTO: Seu objetivo é preparar o jovem para o mercado digital, atraindo indústrias de tecnologia, fazendo um convênio destas com a prefeitura, para oferecer oportunidade de estágio e emprego futuro para os estudantes da ETEC, da FATEC. Também visa favorecer empresas que derem a oportunidade do primeiro emprego para os jovens, reformar creches e escolas através de contrapartida de empreendedores, ampliar projetos que já existem – como o CEBE. Para Elias, parceria público-privada é um instrumento importante de gestão, e terá muito presente em seu governo. Para o candidato, pensar nas próximas gerações de profissionais é uma realidade, e é necessário a cidade estar preparada para o presente e o futuro próximo, e ter profissionais jovens que vão interagir e trabalhar dentro deste mercado digital. Ele vê que está ocorrendo um processo de desindustrialização, e os jovens precisam construir suas carreiras. Elias Ajub menciona também que são necessários incentivos para que novas faculdades e universidades virem para Mogi Mirim. Para o candidato, em Mogi Mirim não tem incentivos para o jovem trabalhar na cidade, e é preciso reformar este problema.

Pergunta surpresa: “Há algum projeto de arborização para nossa cidade? Se sim, como funcionaria?”. O candidato cita que Mogi Mirim tem muita arborificação, no sentido de trazer a questão da vegetação como vida, a representação simbólica de uma Mogi Mirim que está renascendo e revivendo, e voltando a crescer. E a arborificação está dentro de seu plano de governo, de cuidar das praças, de avenidas, do Zerão. Comenta que já viu pessoas pegando lixo do chão e colocar em sacos plásticos. Para ele, as pessoas estão tendo um senso de limpeza para manter o Zerão. O cuidado, o zelo é autorresponsabilidade, e menciona que é preciso ter disto para nossa cidade.

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